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Reader + PlusA Google reformulou recentemente vários de seus serviços. Aparentemente, as mudanças foram principalmente no visual e na integração com a nova rede social deles, o Google Plus, com o intuito, acredito, de alavancar seu uso.

O Google Reader, agregador de feeds, não ficou de fora. Desde que comecei a utilizá-lo, em 2008, se não me engano, o serviço não havia passado por grandes mudanças. Sempre contou com um sistema de tagueamento agrupamento de sites e artigos por categorias, compartilhamento de artigos com amigos e mecanismo de feedback sobre um determinado post (igual ao “Like” do Facebook).

É possível ver que as características mais sociais conflitam com algumas das ferramentas do Google Plus. Com isso em mente, a Google substitui as ferramentas do Google Reader pela integração com o Google Plus. Ou seja, se antes você compartilhava um artigo com seus amigos do Reader, agora você compartilha com pessoas ou círculos do Plus. Se você dava “Like” num artigo, agora você dá “+1″.

A integração, do ponto de vista da empresa, faz todo sentido. No entanto, ela me trouxe um desconforto considerável. Anteriormente, se alguém compartilhava um artigo comigo, eu via isso dentro do próprio Reader, junto com os artigos dos sites que eu já assinava. Agora, preciso entrar no Google Plus para ver o que meus amigos andam lendo. A interação social que era parte da leitura de artigos no Reader foi removida, de certa forma. Agora, só dá para interagir pelo Google Plus, que não é exclusivo para leitura.

Resumindo em poucas palavras, tenho saudades do Google Reader antigo e da facilidade de compartilhar informações que você achava relevantes com seus amigos. Claro que existem muitos outros mecanismos para isso, mas nenhum é tão prático como o Reader era. Tomara que a Google melhore essa integração entre o Reader e o Plus.

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    20111214-161430.jpg A PopTask é uma plataforma de engajamento de usuários e potenciais clientes, que incentiva a participação ativa na criação da propaganda pela realização de tarefas e desafios, através dos quais os usuários, produzem e consomem o conteúdo de maneira criativa, colaborativa e divertida.

    Como é verdade para toda startup com recursos limitados, é extremamente necessário desenvolver a atividade que trás maior valor para capacidade da empresa de aprender sobre o seu negócio, da maneira mais rápida possível.

    Como fomos inicialmente conversar com as empresas clientes, e já tínhamos mais de 10 empresas interessadas em comprar o produto, uma atividade crucial para PopTask era descobrir se os usuários estavam interessados na proposta de valor (fazer desafios de marcas e ganhar reputação e pontos).

    Fizemos então o seguinte experimento Read the rest of this entry »

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    Faltam só 14 dias para o fim do Humble Indie Bundle 4 , uma iniciativa muito interessante onde você paga o quanto quiser por 7 jogos e acaba ajudando instituições de caridade.

    Eu acabo de comprar o meu, sou um grande fã de super meet boy e estou muito interessado em Gratuitous Space Battles, que estou baixando enquanto escrevo esse post.

    Uma coisa interessante, é que você pode decidir quanto vai para os desenvolvedores, quanto vai para caridade e quanto vai para o site que está fazendo e mantendo o projeto.

    Muito legal.

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  • Em busca da expressividade

    Cada vez mais, nós, desenvolvedores (ou pelo menos aqui do VidaGeek), percebemos que é necessário escrever código expressivo para facilitar sua manutenção e seu uso posteriormente. Mas, para sermos expressivos, é necessário entender direito o que significa expressividade, antes de mais nada. O que vem a seguir é uma tentativa de um programador, e não um escritor ou especialista na área, de analisar esse conceito. Correções e contra-argumentos são mais do que bem-vindos.

    A literatura é uma arte em que é necessário desenvolver a capacidade de ser expressivo com palavras para criar boas obras. Um escritor precisa saber escolher bem as palavras e construções de frases, além da linha de raciocínio, para conseguir transmitir emoções, ideias e ambientações.

    A expressividade também é necessária fora da arte. A matemática, por exemplo, desenvolveu toda uma linguagem para conseguir expressar conceitos abstratos de forma conveniente e clara. Por exemplo: imagine o quão mais penoso seria entender cálculo se não houvesse uma expressão que representasse a soma de muitos termos!

    Em suma, quando escrevemos algo, devemos escrever sempre pensando em sermos entendidos posteriormente, seja na literatura, na matemática ou na programação. E, para isso, temos à nossa disposição uma língua ou linguagem e suas construções. Cabe a nós, que escrevemos, decidir como utilizá-las.

    Para decidir como e quando usar as ferramentas que temos em mãos, precisamos pensar em quem vai ler o que escrevemos. Quais suas experiências? Qual a familiaridade do leitor com o assunto que será tratado? É claro que podemos decidir nosso público alvo. Podemos decidir, por exemplo, que o leitor deve conhecer previamente um certo teorema ou algoritmo, ou ainda deve conhecer os termos de uma determinada regra de negócio.

    A partir do momento que pressupomos um certo conhecimento prévio, podemos ser mais objetivos, mais concisos, mas podemos deixar de atingir um público. Por outro lado, se explicarmos tudo, nosso texto pode se tornar cansativo de ler e, assim, deixar de atingir um outro público.

    Vamos a um exemplo: veja as seguintes declarações da função seno abaixo.

    double f(double r);
    double seno(double radianos);
    double razaoEntreCatetoOpostoETangenteComAngulo(double anguloEmRadianos);
    

    Perceba como cada uma pressupõe um certo conhecimento prévio do leitor. A primeira só vai fazer sentido se você souber exatamente em que contexto essa função é chamada, mas é bem enxuta. A segunda faz sentido para quem já teve um curso de geometria; é enxuta e atinge boa parcela dos possíveis leitores. Já a terceira pressupõe um conhecimento muito básico de geometria, por isso explica bem o que faz (tão bem que nem cabe numa linha só aqui). Qual delas é mais expressiva? A primeira, a segunda ou a terceira? Deixe sua opinião para continuarmos essa discussão!

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