30 May
O “Lambda the Ultimate - Programming Languages Weblog” é um blog em inglês que versa sobre linguagens de programação, com ênfase nas linguagens funcionais - como Haskell, Scheme, Lisp e ML.
O foco principal é sobre paradigams das linguagens, embora não sejam de todo incomuns notícias sobre questões “mais práticas”, como implementação (interpretação e compilação) e facilidade de programação.
O conteúdo (fornecido por usuários) é rico em links para outros sites e, vez por outra, artigos acadêmicos e páginas detalhadas sobre o assunto em questão. Embora seja um pouco bagunçado - por ter informação demais - vale a pena conferir, se você tem interesse em entender e discutir a estrutura de linguagens de programação.
url: http://lambda-the-ultimate.org
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28 May
Um projeto da Google já causa polêmica antes mesmo de sua própria implementação. O próximo passo divulgado da gigante será criar bancos de dados pessoais com informações de cada indivíduo que aceitar esses termos - provavelmente agregando ao seu sistema de buscas o software da recém-adquirida DoubleClick.
Para quê isso?
A idéia é que, no futuro, você possa perguntar para o Google que passeio você pode fazer hoje ou que trabalho você deveria escolher e obter as respostas baseadas nas informações que a Google recolheu sobre você durante suas navegações na internet.
No “Data Protection Act” (DPA), a Google diz que coletará apenas informação voluntária e usuários serão identificados pelo nome somente se logarem em serviços Google. Também consta no DPA que as informações serão usadas apenas para o fim proposto e haverá um período limite de tempo no qual as informações pessoais ficarão armazenadas.
Imagine buscar informações sobre férias no Google e receber uma busca personalizada que prioriza os destinos pelos quais você se interessa e, com ele, cotações de preços em agências. Genial, não? Segundo alguns, não.
Mas qual é o problema?
Os críticos - por que não dizer - extremistas dizem que esse é um grande passo em direção ao Estado Orwelliano descrito no livro “1984″, aquela história do Big Brother is watching you - e não, não o reality show.
Eles clamam que a iniciativa da Google fere as liberdades das pessoas por obter informações e lucrar sobre isso, e põem em dúvida a imparcialidade do programa, que pode sugerir uma opção patrocinada em vez de a melhor.
Além disso, dizem que esses bancos de dados seriam uma quebra de privacidade caso órgãos do governo obtivessem acesso a eles por alguma razão legal.
A fundamentação sempre parece mais interessante quando uma fonte literária é citada. Contudo, vê-se uma clara fragilidade nos argumentos da crítica.
A Google não quer criar 1984
A agregação de informações pessoais não é novidade para nós. Toda vez que nos cadastramos em lojas ou usamos cartões, essas informações são armazenadas e utilizadas mais tarde para oferecer serviços e produtos a um público mais próximo do alvo. Mesmo o passo de armazenar as buscas não é recente - vide Sponsored Links na própria Google.
É óbvio que a Google pretende lucrar sobre isso, qualquer empresa visa lucro. E sim, ela pode ser parcial e mostrar primeiro os links que dão algum lucro para ela, mas certamente indicados em cor diferente com o aviso “Sponsored Link” como acontece atualmente.
Quanto à obtenção de informações pessoais por medidas legais, a Google já se mostrou bastante confiável para quem a utiliza, até enfrentando problemas judiciais - inclusive no Brasil. E, convenhamos, se há uma medida legal que determina a quebra de sigilo das informações de uma pessoa, deve haver um motivo para tanto. Vão olhar seu banco de dados na Google, ok, mas também sua conta de telefone e sua conta bancária. Vai mesmo se preocupar com suas buscas na internet?
Além disso, o recolhimento de informações é voluntário. Cada pessoa pode ou não permitir que suas buscas sejam armazenadas. Isso é liberdade de escolha: você opta por armazenar suas informações pessoais e obter buscas mais eficientes e sugestões ou por continuar com buscas normais e não ceder seus dados.
Vemos extremistas em todos os lugares, mas uma reação comparando uma ferramenta de aprendizado ao Estado totalitário e sem privacidade narrado por George Orwell em 1949 extrapola qualquer barreira de sensatez.
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25 May
Após analizar algorítmos como Trainee e Picket, vou falar um pouco sobre estratégia de Correção de Erros Temporários (CET para abreviar).
Basicamente, a estratégia que o CET usa para a correção é muito simples e inteligente. Com custo mínimo de tempo (e consequentemente dinheiro), o erro é corrigido.
Algoritmo CET :
Gostaria de enfatizar a grande inteligência por trás desse algoritmo. Com o gasto de produzir apenas um indicador, o erro está corrigido. Isso ocorre porque a partir do momento em que se coloca o aviso, o erro simplesmente deixa de existir. É muito inteligente, não?
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23 May
Muitos boatos ocorrem nos últimos dias, mas parece que a compra do FeedBurner pela Google está realmente acontecendo. Segundo o TechCrunch o acordo está na casa dos $100 Milhões de Dólares, pagos em dinheiro (ao contrário do pessoal do Youtube que receberam em ações da Google). O negócio, que deverá ser concluido nas próximas semanas, se mostrou muito lucrativo para o FeedBurner que foi fundado em 2003 com um capital inicial de $ 1 milhão de doláres e posteriormente (em 2005) aumentado para $10 milhões.
As analíses sobre esse assunto são as mais diversas possíveis. Muitos acreditam que o sistema deverá melhorar, principalmente com a possível integração ao Google Analytics e ao Google Adsense. Acredita-se também que tal atitude ajude a difundir mais ainda o RSS que não é tão conhecido como deveria. Mas as integrações aos sistemas já existentes deve ser um processo demorado, assim como tem ocorrido com o Youtube, e aumenta um pouco mais o controle da Google sobre a Internet, o que um dia pode ser massacrante para idéias interessantes mas com poucas verbas.
Fonte: John Chow dot Com
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