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OpenBeach

Depois de um ano cheio de eventos como FISL, Latinoware, Rails Summit, Falando em Agile e Encontro Ágil, decidimos fechar o ano com uma desconferência, o OpenBeach, onde o principal objetivo é relaxar a beira do mar acompanhado de amigos.

A viagem foi muito divertida. Saímos de São Paulo, eu, a Mariana e o Hugo, e viajamos até Cananéia onde fomos muito bem recebidos e passamos a noite. No outro dia, viajamos por mais alguns quilômetros até Curitiba, onde encontramos o faw e a Carol. De onde finalmente partimos com destino a Florianópolis para OpenBeach. As chuvas no sul do país nos fizeram pegar algum trânsito, mas tudo ocorreu bem. O único susto que passamos foi ao lado do estádio de Curitiba, torcedores do Atlético depredando o carro de um torcedor que chamavam de “Porco”, enquanto esse tentava se salvar dirigindo por cima da calçada.

O evento teve várias atividades, a principal delas beber caipirinha na beira da praia. Mas nós também fizemos coisas geeks como jogar Settlers, e usar notebooks para trocar dados e acessar a web.

Eu acabei tirando poucas fotos, dado que tiníamos outros fotógrafos, mas tem uma em especial do Paulino e do Maddog mostrando suas tatuagens de pinguins (sim, o Maddog fez uma tatuagem do Tux quando esteve na argentina, mas até então não havia sido mostrada em nenhum evento).

Para quem acompanhou os eventos esse ano, e também foi a alguns deles, fica o convite para se juntar a nós no OpenBeach do ano que vem. É uma boa oportunidade de conhecer as pessoas em momentos de descontração, de bater um bom papo e se divertir nas praias de Florianópolis.

Um perdão para todos que tem acompanhado o RSS e os emails, estou tentando usar um novo estilo para escrever no blog, Textile, e tenho cometido alguns equívocos.

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  • Programação para crianças

    Caixa do Jogo C-Jump

    Uma empresa americana, chamada C-Jump Factory, inventou um jogo bastante interessante para ensinar conceitos de programação em C, C++ e Java para jovens a partir de 11 anos, chamado C-Jump.

    O jogo simula uma corrida de esqui, mas os passos para se ganhar a corrida são instruções escritas em C nas casas do tabuleiro. Um dado é utilizado como o valor de uma variável numa operação aritmética. O jogador deve calcular o valor da expressão para saber o quanto andar no tabuleiro. Há também condicionais, por exemplo “if (x == 3)”, que desviam o jogador para um caminho ou outro, assim como a execução de um programa.

    Uma citação da página inicial:

    “This game eliminates intimidation of many kids and their parents, bored by the mention of ‘computer programming’, often associated with visions of geeky guys glued to their computers. c-jump reveals simple programming terms in a cool way!”

    mostra uma certa ilusão quanto ao destino das crianças que jogarem esse jogo. Mas ele é bem feito, mesmo assim!

    Em suma, é um ótimo substituto ao computador para dar de presente às crianças. Assim, em vez de perderem tempo com bate-papo, orkut e messenger, elas já descobrem a parte mais legal do computador logo de cara.

    Agradeço a Rafael Izbicki pela recomendação!

    Foto: C-Jump Factory

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    O blog Nomadishere publicou um post com as oito coisas que todo geek, nerd ou pessoa criativa precisa pra produzir mais no trabalho.
    Uma versão adaptada em português pode ser encontrada aqui.

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  • Filed under: Dicas
  • Aleatórios

    Como todo geek nerd programador está cansado de saber, nem todo random é aleatório.

    Um instante para que você possa digerir isso.

    É isso aí. Engana-se quem pensa que números aleatórios são facilmente obtidos num sistema computacional com uma função matemática recorrente e um número inicial, a semente (ou seed, como preferem as linguagens) . Se você fizer isso, obterá números pseudoaleatórios (que, de alguma forma, ainda possuem algum resquício de ordem) porque:

    • computadores são máquinas determinísticas (mas se alguém provar que P = NP, pode ser um dia haja um algoritmo para gerar números verdadeiramente aleatórios em tempo polinomial)
    • as funções mais comumente usadas são, em geral, periódicas (não se preocupe, o período é grande o suficiente para aquele jogo legal que você está rascunhando)
    • se a mesma semente for dada, a seqüência de números emitida pelo gerador será exatamente a mesma (em essência, aqui está a não-aleatoriedade)

    Agora você se pergunta: “Então, como raios vou conseguir números verdadeiramente aleatórios?”

    E, para variar, já existe uma resposta. Há grupos de pessoas determinadas a gerar números aleatórios de verdade. Para isso, é necessária uma fonte de entropia (vocábulo leigo: desordem), como, mas não limitado a: antenas captando ruído branco, oscilações de temperatura do processador (ou do ambiente!), ou um sensor CCD captando luminosidade de fundo.

    A partir daí, basta traduzir esses sinais caóticos para um formato digital, filtrá-los se necessário, pegar os bits de uma maneira que interesse, e pronto! Aí está o seu número, letra, ou o-que-quer-que-seja aleatório.

    Sim, é mais fácil falar do que fazer.

    Para ler mais:

    Se você não quiser ter todo esse trabalho, o pessoal do random.org fornece bits aleatórios para você, de graça, e você pode até pegá-los em tempo real para sua aplicação Java.

    Tem também o LavaRnd, onde eles usam um sensor CCD (como o que há em uma webcam) como fonte caótica, e têm um projeto no Sourceforge que contará com o código fonte necessário para todo mundo gerar seus próprios bits aleatórios.

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