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Linux, Open-source, Programação e Produtividade

Continuando a série de coisas que funcionavam e não funcionam mais, depois da frustração com o novo Apple Magic Mouse, vamos falar do Google Docs.

Recentemente comecei a usar mais o google docs para os meus trabalhos e me deparei com a falta de uma funcionalidade. Acontece que antigamente eu usava as pastas do google como tags, e todos os meus novos arquivos começavam em nenhuma pasta. Então havia um grande botão “Items not in folders” capaz de me mostrar todos esses arquivos. Um dia porém, eu acordei e quando fui usar o botão ele havia sumido. Procurando um pouco pela internet achei o seguinte poste no blog do google docs. Ele continha a linha:

- ‘The Items not in folders view has been removed.

Nenhuma explicação adicional! Existem alguns comentários de usuários explicando a importância do botão, e como eles utilizavam e etc, um prato cheio..

Pessoalmente eu gostava da funcionalidade, talvez ela tenha ido por uma boa razão, mas eu não compreendo muito bem. Será que vale a pena por exemplo deixar alguns usuários insatisfeitos para descomplicar o sistema? Será que a nova implementação tornava essa funcionalidade muito difícil de ser adicionada? Enfim… porque será que o google fez uma coisa dessas?

Update: Tem exatamente 30 dias (12 outubro 2009) o google devolveu essa funcionalidade. Pelo que eles escreveram no blog, baseado no feedback dos usuários eles decidiram devolver a função. Obrigado pela dica João Alberto :-).

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  • Firefox 3.5 e Gears no Ubuntu

    Firefox 3.5, aqui vamos nós
    Apenas muito recentemente consegui fazer o Firefox 3.5 do Ubuntu, também conhecido como Shiretoko, funcionar com o plug-in Google Gears. Foram, basicamente, duas bobagens que impediram a instalação e o uso desse plug-in com facilidade.

    O primeiro problema é culpa do Ubuntu. O Firefox 3.5 vem rebatizado de Shiretoko no Ubuntu. Isso significa que o navegador não é reconhecido como Firefox pelos servidores. Assim, a página de instalação do Google Gears diz que seu navegador não é suportado. Para contornar isso, é necessário mudar o nome que seu navegador usa para se identificar para o servidor. Você pode mudar isso facilmente: abra seu navegador Shiretoko, acesse a URL “about:config”, confirme que você sabe o que está fazendo (!), filtre a lista por “useragent” e troque “Shiretoko” por “Firefox” no valor da chave “general.useragent.extra.firefox”. Para confirmar que isso deu certo, entre novamente na página do Google Gears. Se o botão de instalação apareceu, ok.

    O segundo problema aconteceu porque eu já utilizava o Google Gears no Firefox 3.0. Por algum motivo (não sei se isso acontece sempre), o Google Gears do Firefox 3.0 e o do Firefox 3.5 estavam utilizando a mesma pasta para guardar dados e configurações. Então o Gears do Firefox 3.5 encontrava as configurações do Gears do Firefox 3.0 e isso gerava diversos erros de navegação; redirecionamento sem fim no login do GMail, por exemplo. Infelizmente, a minha solução para esse problema foi apagar a pasta em que ficavam essas configurações: ~/.mozilla

    Depois de tudo isso e de baixar todos os meus e-mails do GMail novamente, finalmente funcionou! Se você tiver uma outra solução para o problema, compartilhe!

    Montagem tosca por mim mesmo, utilizando os ícones do Firefox 3.0, do Shiretoko e do Google Gears

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    FISL 10: Scaling Rails

    Na segunda palestra que assisti (na verdade terceira, mas a primeira não conta porque, infelizmente, dormi :P), Sylvestre Mergulhão deu continuidade à palestra do Fabio Akita e falou sobre escalabilidade utilizando Rails no site RedeParede, um site de classificados com versões para toda a América Latina.

    Sylvestre começou falando da performance do site e o sistema de indexação do Google (o Googlebot). Falou que o Googlebot afetava perceptivelmente a performance do site quando estava indexando e era responsável por aproximadamente metade das requisições. Levantou também algumas teorias sobre o Googlebot (parte que achei mais interessante na palestra):

    1. Sitemap em XML => mais visitas
    2. Rank também é determinado por capacidade do site de receber visitas
    3. Queda de serviço => menos indexação por um bom tempo
    4. Mais atualizações => mais indexação

    Depois disso, Mergulhão falou um pouco sobre a estrutura física dos servidores do site. São seis máquinas atrás de um balanceador de carga, cada uma com cinco instâncias rodando atrás do NGINX. Falou também um pouco do memcached, utilizado para fazer cache de qualquer string, que está sendo utilizado em massa pelo site. Segundo ele, é uma biblioteca fácil de usar, apesar de pouca documentação. Deu também exemplos de configuração e de uso. Falou mais um pouco sobre problemas com caching (página muda de acordo com usuário) e sobre outros tipos de caching: de página (falou que era melhor usar o cache de HTTP com ETags), de ações (muito interessante: permite guardar o resultado de uma ação no cache; dobrou a capacidade de processamento do servidor deles) e de fragmentos (para guardar pedaços de páginas).

    Por fim, falou um pouco sobre o ganho de performance e de tempo de desenvolvimento (por não ter que usar mais SQL) com o uso do Sphinx.

    O começo da palestra foi interessante, mas minha impressão final é de que o palestrante não ficou muito feliz com o resultado da migração do site, antes em PHP, para Rails. Outro comentário que posso fazer é que já trabalhei num projeto em Rails com Sphinx e a equipe não gostou muito; acabamos mudando para o Solr.

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    Muito obrigado pessoal! O Vidageek vai participar do Google Summer of Code. Estamos muito felizes, o GSoC é um evento importante e não teríamos conseguido sem o apoio de vocês. Mas mais do que isso, não só fomos o primeiro blog brasileiro a conseguir esse feito, como todos os nosso escritores serão mentores, e teremos uma boa quantidade de projetos.

    Deixando de lado os agradecimentos, vamos aos assuntos que interessam. Estamos oferecendo várias idéias nesse post, mas gostaríamos de encorajar os estudantes a submeter novas idéias para adicionar a comunidade de software livre.

    Method Finder (Postado em 09/03/2009)

    Suporte para encontrar métodos em Ruby. Você pode perguntar a um objeto, quais métodos que chamados passando parâmetros e blocos, devolvem um resultado específico, por exemplo: Perguntando ao objeto 2, quais métodos são chamados passando parâmetro 2 que retornam o valor quatro, ele responderia ‘+’, ‘*’ e ‘^’.

    Idéias: Implementar um bundle para o TextMate ou Descobrir previamente se a execução de um método termina (esse é um problema interessante, já que temos em ruby o método cycle, que é um laço infinito).

    Tri-Coloração em tempo linear

    Paulo Feofiloff um professor doutor da universidade de São Paulo publicou já faz algum tempo a solução para bi colorir um gráfo. Isso é a mesma coisa que encontrar uma bi-partição do grafo. Recentemente esforços vem sendo feitos para implementar a tri-coloração em tempo linear. Resolver esse problema poderia facilitar o desempenho de uma grande quantidade de projetos livres, principalmente quando se fala em interface gráficas 3D (já que o maior problema nesses casos está na coloração em 3 dimensões.

    Idéias: Oferecer um algoritmo para tri-colorir um grafo em C++ com uma interface gráfica em Qt (pode usar outras bibliotecas do KDE). É desejado que o algoritmo seja linear no número de vértices do grafo (do contrário não servirá para implementar interfaces 3D).

    É isso ai, qualquer outra idéia pode ser postada nos comentários, nós temos interesse em qualquer projeto que vocês possam oferecer. Não se acanhem, o pessoal do vidageek vai olhar atentamente para todas as submissões, não se esqueça da data limite (3/04). Boa Sorte, estamos ansiosos em trabalhar com vocês!

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