VidaGeek.net

Linux, Open-source, Programação e Produtividade

Ambiente aberto de Xadrez Online

O Xadrez Livre é um ambiente aberto de ensino e aprendizagem de xadrez criado para servir como apoio ao projeto de ensino de xadrez nas escolas brasileiras.

Mas não é só ensino e aprendizagem que interessam por lá, há também o Ambiente de Jogo (http://xadrezlivre.c3sl.ufpr.br) , onde os usuários podem jogar contra robôs ou entre si - há uma média de 100 usuários conectados, mas já aconteceram picos com 300 jogadores. São 3 níveis de robôs (fácil, intermediário e difícil) que já completaram 100 mil partidas. O robô difícil, por exemplo, já jogou 21.136 partidas e dessas, ganhou 19.668.

Além disso, o Xadrez Livre é composto ainda por outras duas ferramentas:

  • o Módulo de Aprendizagem, que tem como objetivo auxiliar o estudo das regras e aspectos introdutórios do jogo de Xadrez, disponibilizando explicações sobre o jogo e suas regras e exercícios de fixação da aprendizagem;
  • e o Gerenciador de Torneios, uma ferramenta para o planejamento e o acompanhamento de competições de Xadrez.

Para os desenvolvedores que quiserem contribuir o código fonte está em http://git.c3sl.ufpr.br/gitweb. O servidor é um componente Jabber baseado em XMPP/Jabber, com interface Javascript e Ajax.

Pra quem quiser entrar em contato com a equipe – formada por bolsistas do Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) da UFPR – escreva para xadrez-devel em c3sl ponto ufpr ponto br.

Post por Carla Rizzotto.

Posts Relacionados:

  • Peças de Xadrez
  • Xadrez Online
  • Firefox na China
  • CodeIDE
  • Antispam brazuca aberto
  • Economizando com Software Livre
  • Notícias Fresquinhas
  • Acompanhe-nos por RSS, por Email ou via Twitter.
    Veja como ter um desconto no Dreamhost: um excelente servidor web.

    Probabilidades no Banco Imobiliário

    Monopoly's Dog O Banco Imobiliário (Monopoly no original) é um dos mais clássicos jogos de tabuleiro e imagino que quase todo mundo já jogou este clássico quando pequeno (ou ainda joga). Como o jogo utiliza-se de dados para jogar, a probabilidade é uma característica intrínseca do jogo. Este artigo apresenta uma série de cálculos explicando a probabilidade envolvida no jogo.

    As tabelas mostradas no artigo são bem interessantes (não que você vá jogar com elas ao lado, mas dá pra pensar em algum tipo de estratégia). Nele estão tabelas que mostram a probabilidade de cair em algum dos quadrados do tabuleiro pensando no longo prazo, a esperança de retorno dos seus terrenos para cada jogada do adversário e ainda a quantidade de rolagens de dados dos oponentes para pagar o custo de uma compra (de terreno ou melhoria). Com esta última tabela podemos ver o custo/benefício de cada terreno do jogo, uma informação bem interessante. O artigo termina com duas tabelas mostrando a probabilidade de estando em um quadrado chegar em outro, na verdade trata-se de duas cadeias de Markov utilizadas para fazer os cálculos de probabilidade.

    O interessante do artigo são suas conclusões. As ferrovias são ótimos investimentos, principalmente quando você tem várias delas mas a longo prazo perdem para propriedades com casas ou hotel. A terceira casa apresenta o melhor rendimento em praticamente todas as propriedades e, como era de se esperar, os quadrados entre a prisão e o “vá para a prisão” são os mais visitados.

    Note que este é um estudo probabilístico para longo prazo e portanto não é valido para a análise de uma quantidade pequena de rounds. Note também que não estão incluso no estudo itens como dinheiro, trocas e leilões. Mas mesmo assim é interessante de ver.

    Se você se interessa por este tipo de assunto, de uma olhada também no nosso post sobre o Life.

    Imagem por DaylandS

    Posts Relacionados:

  • Economizando com Software Livre
  • Em busca dos 64 bits
  • Cursos de verão no IME-USP
  • FISL 8.0 - Infraestrutura de Sistemas Distribuídos (Google)
  • Hibernate Search
  • Retrospectiva 2008
  • Guia Linux - Parte VI: LAMP (Apache + MySQL + PHP)
  • Acompanhe-nos por RSS, por Email ou via Twitter.
    Veja como ter um desconto no Dreamhost: um excelente servidor web.

  • 0 Comments
  • Filed under: Jogos
  • Jogos para Geeks: Mudando Regras

    Fluxx, um jogo de cartas no qual as regras mudam Uma idéia bastante terna a qualquer geek que a conheça é a recursão e, por extensão, a auto-referência e a metalinguagem. E muitos gostam bastante de jogos. Então, o que acontece quando se faz um jogo cujas regras envolvem mudar as próprias regras? Aparentemente, Nomic.

    Nomic é um jogo cuja única ação (a princípio, pelo menos) é sugerir e aprovar/reprovarar mudanças nas regras, e ganha quem primeiro chegar a 100 pontos. É uma idéia interessante, embora um tanto complexa para resumir em poucas palavras, ao que aparenta pelo conjunto de 29 regras necessário para começar uma sessão de jogo. Ou será que não? Que tal tentar uma partida de Nomic “puro”? Nessa versão destilada do jogo de Suber, há somente uma ou duas regras, o que permite jogar em qualquer lugar, mantendo as regras na memória, em vez de ter de lidar com muitos cartões, mesa, lápis e borracha.

    Tomar parte em um jogo cujo andamento envolve mudar o próprio jogo pode ser uma experiência libertadora, e você pode descobrir mais sobre o modo de pensar daqueles que jogam com você. Ou não: isso pode se transformar em uma lambança imensa, dependendo da vontade dos participantes. De qualquer jeito, é uma experiência em auto-regulamentação, semelhante àquilo que acontece na legislatura.

    Outro jogo que usa o conceito de mudar as próprias regras, embora o faça de modo controlado, é Fluxx, da Looney Labs. Trata-se de um jogo de cartas, que começa com cada um comprando e jogando uma única carta em seu turno. Entretanto, cartas de regras podem alterar significativamente o andar das coisas: você pode acabar tendo que comprar três cartas, jogar cinco (a primeira das quais escolhida aleatoriamente), com os turnos rodando no sentido inverso, e descartar até ficar com duas cartas, além do objetivo do jogo mudar.

    Alguns outros jogos que merecem menção, embora não mudem as regras em si, mas por partilhar o espírito de reinvenção contínua, são Dvorak, no qual cartas - e seus efeitos - são definidas pelos jogadores, até mesmo durante o jogo e 1000 Blank Cards, um jogo no melhor espírito discordiano.

    Posts Relacionados:

  • Linux para jogos
  • Oito (ou dez) coisas que todo geek precisa pra produzir mais
  • Nova Coluna Semanal: Geek Style of Life
  • Atualizações de Segurança do Windows Vista
  • Game Developers Conference
  • FISL 9.0: Desenvolvendo jogos com PyGame
  • Futuro dos Jogos
  • Acompanhe-nos por RSS, por Email ou via Twitter.
    Veja como ter um desconto no Dreamhost: um excelente servidor web.

  • 2 Comments
  • Filed under: Jogos
  • MMORPGs: City of Heroes

    Herois Não foi difícil encontrar um site que oferecesse um período de testes de 14 dias para o City of Heroes/City of Villains. O download foi tão demorado quanto se pode esperar de um MMORPG moderno, já que o jogo têm 2.5GB. A idéia do jogo é simples: jogando como um super-herói você vive em Galaxy City, uma cidade cheia de bandidos e missões a serem cumpridas e jogando como um vilão você vive em Rogue Isles, uma ilha que serve de refúgio para os vilões mas que é cheia de traições e problemas.

    A criação de personagens talvez seja a parte mais empolgante do jogo, onde você poderá criar seu próprio super-herói. Mas não é bem assim, já que os heróis são divididos em alguns arquétipos básicos de RPG (a la D&D). Na pratica, você escolhe se tem um personagem que é bom a distância ou em combate corpo-a-corpo ou ainda é útil para controlar os inimigos ou ajudar os aliados. Ou seja, o super-homem é inviável no jogo já que ele tem super-força mas também tem ataques a distância. Talvez um sistema mais parecido com GURPS Supers funcionasse melhor. A parte de configurar a aparência é bem legal, com algumas coisas que não encaixam, mas é possível criar uma infinidade de heróis/vilões.

    O jogo em si não foge muito do MMORPG clássico. Pelo menos nos primeiros levels, a busca é por XP e a história não prende. Coisas bizarras como passar por um assalto e não fazer nada são comuns só porque o inimigo tem level maior que o seu e você vai morrer se enfrenta-lo. No começo você passa também muito tempo andando para chegar de um ponto da cidade ao outro, mas aparentemente em levels maiores você ganha a habilidade de voar. Mas, sinceramente, cansei do jogo depois de pouco tempo por vários motivos, sendo um deles o sistema de combate que é muito atrapalhado pela forma como a câmera é controlada.

    Resumindo, o City of Heroes é um MMORPG no estilo mais clássico, sem muita inovação exceto por ser o primeiro sobre o tema de super-heróis. Mas acho que para fãs de quadrinhos o jogo deixa a desejar. Espero que com o futuro lançamento do DC Universe Online, tenhamos um jogo realmente legal para este gênero, mesmo não sendo possível jogar com Batman e companhia (o que era de se esperar).



    Quem sabe a Marvel não se empolga e lança um jogo ainda melhor?


    Imagem por kagey_b

    Posts Relacionados:

  • MMORPGs - Lord of the Rings Online
  • Linux para jogos
  • Retrospectiva 2008
  • Google Tech Talks
  • Groupware
  • Acompanhe-nos por RSS, por Email ou via Twitter.
    Veja como ter um desconto no Dreamhost: um excelente servidor web.