23 Nov
O Xadrez Livre é um ambiente aberto de ensino e aprendizagem de xadrez criado para servir como apoio ao projeto de ensino de xadrez nas escolas brasileiras.
Mas não é só ensino e aprendizagem que interessam por lá, há também o Ambiente de Jogo (http://xadrezlivre.c3sl.ufpr.br) , onde os usuários podem jogar contra robôs ou entre si - há uma média de 100 usuários conectados, mas já aconteceram picos com 300 jogadores. São 3 níveis de robôs (fácil, intermediário e difícil) que já completaram 100 mil partidas. O robô difícil, por exemplo, já jogou 21.136 partidas e dessas, ganhou 19.668.
Além disso, o Xadrez Livre é composto ainda por outras duas ferramentas:
Para os desenvolvedores que quiserem contribuir o código fonte está em http://git.c3sl.ufpr.br/gitweb. O servidor é um componente Jabber baseado em XMPP/Jabber, com interface Javascript e Ajax.
Pra quem quiser entrar em contato com a equipe – formada por bolsistas do Centro de Computação Científica e Software Livre (C3SL) da UFPR – escreva para xadrez-devel em c3sl ponto ufpr ponto br.
Post por Carla Rizzotto.
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6 Feb
O Bruno Pedroso publicou hoje um screencast do Coding Dojo - evento que ocorre em diversas cidades do país para desenvolver técnicas de Test Driven Development (TDD).
CodingDojo SEA - Crosswords por Bruno Pedroso no Vimeo.
Este é apenas um trecho do evento, mas serve para demonstrar as técnicas utilizadas. Em São Paulo, o evento atualmente ocorre às segundas-feiras às 20hrs no Instituto de Matemática e Estatística da Universidade da Universidade de São Paulo, é gratuito (leve dinheiro para rachar uma pizza se quiser jantar por lá) e aberto a todos os interessados.
Mais informações podem ser obtidas no site oficial do Coding Dojo São Paulo e através da lista de discussão.
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27 Aug
Smalltalk é a linguagem de programação que tornou popular o paradigma de orientação a objetos. Inspirou as linguagens mais populares da atualidade: Java, Ruby, Python, etc. Mais sobre a história do surgimento de Smalltalk pode ser visto na Wikipedia (o artigo em inglês é mais completo).
Um dos grandes atrativos da linguagem é a sintaxe, bastante diferente da convencional. Existem três tipos de chamadas de métodos:
Para tornar mais claro o último tipo, é necessário olhar para a declaração de um método que recebe vários argumentos, que é assim:
umaMensagemComArgumento: objeto eOutro: arg1 eMaisUm: arg2
Os parâmetros ficam intercalados no nome do método. Assim, uma chamada para esse método seria feita assim:
destinatario umaMensagemComArgumento: 1 eOutro: 2 eMaisUm: 3
Outra característica bastante interessante em Smalltalk é que tudo são objetos. Isso faz com que a linguagem não possua if, else, switch, while nem nenhum outro tipo de palavra reservada. Todos esses controles de fluxo são implementados como métodos de objetos Boolean.
Um ponto que é positivo e negativo ao mesmo tempo é o fato de os programas em Smalltalk estarem muito atrelados ao ambiente de desenvolvimento que, por sua vez, é atrelado à máquina virtual. Não é tão simples fazer com que programas Smalltalk executem fora da IDE, que normalmente é o Squeak (que, aliás, é um ambiente de desenvolvimento bastante interessante e completo).
Existem diversas bibliotecas interessantes para usar em Smalltalk. Cito, por exemplo, Magma (que implementa um banco de dados orientado a objetos) e Seaside (um servidor e framework web). Existe, inclusive, um site que hospeda gratuitamente aplicações em Seaside.
Uma linguagem que segue de perto os conceitos de Smalltalk mas trabalha com protótipos ao invés de classes é Self. Self é um projeto da Sun que parece descontinuado, atualmente, apesar de bastante interessante.
Achou interessante? Não gostou? Discorda de alguma coisa? Quer adicionar mais alguma coisa nesse post? Comente abaixo, no nosso fórum ou envie um e-mail para nós: admin at vidageek.net.
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25 Aug

Uma decepção geral de programadores Java com o MacOS é que a versão corrente do Java é a 1.5. Um update da Apple foi lançado para fornecer suporte a Java 1.6, mas está disponível apenas para a plataforma 64 bits (não vejo sentido nenhum nisso). E aparentemente nenhum esforço tem sido feito para que os usuários de Mac tenham a versão mais recente do Java em suas máquinas.
E ai que entra o projeto SoyLatte, um port do Java do BSD para o Mac (lembrando que o kernel do Mac usa o FreeBSD). O projeto funciona bem e é fácil de instalar, mas existe um porém: qualquer programa que use janelas precisa do X11 do Mac rodando. Portanto, você precisará instalar o X11 e lembrar de roda-lo antes de uma aplicação Java, uma chateação bem grande. Note que se o X11 não estiver rodando a janela simplesmente não abrirá (aparentemente assim que o X11 rodar, elas aparecem) e não encontrei nada que automatize o processo, ou seja, que rode o X11 pra você se ele não estiver rodando. Uma boa é deixar a configuração pronta para usar o SoyLatte, mas usar o 1.5 quando for possível.
Esta solução não é nem perto de ser ótima, mas enquanto a Apple nos deixar na mão é o que podemos fazer. A muito tempo atrás, abordamos como instalar pacotes open-source no seu Mac, acho que vale a pena dar uma olhada.
Imagem por justinsane
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