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Screencast do Coding Dojo

O Bruno Pedroso publicou hoje um screencast do Coding Dojo - evento que ocorre em diversas cidades do país para desenvolver técnicas de Test Driven Development (TDD).


CodingDojo SEA - Crosswords por Bruno Pedroso no Vimeo.

Este é apenas um trecho do evento, mas serve para demonstrar as técnicas utilizadas. Em São Paulo, o evento atualmente ocorre às segundas-feiras às 20hrs no Instituto de Matemática e Estatística da Universidade da Universidade de São Paulo, é gratuito (leve dinheiro para rachar uma pizza se quiser jantar por lá) e aberto a todos os interessados.

Mais informações podem ser obtidas no site oficial do Coding Dojo São Paulo e através da lista de discussão.

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  • Filed under: Eventos
  • FISL 9.0: Coding Dojo

    A palestra, não exatamente num formato normal, começou com uma votação sobre a linguagem (Ruby, Phyton ou Java) seguido de uma breve explicação sobre o Dojo.

    Dos objetivos do dojo, passando por princípios como uso de TDD (test driven development) e não deixar sobrar dúvidas e com uma breve explicação sobre os dois estilos de dojo: Kata e Randori. Utilizaram, então, o Randori:

    dojo.epistemol.net
    Turnos de 5 a 7 minutos em pair programming. Quando troca, o programador em si sai e alguém da plateia entra como “co-piloto”. A platéia deve ficar em silêncio enquantos os testes não estiverem passando e podem comentar e criticar o código quando os testes passam. Além disso, se a dupla de programadores estiver completamente perdida, pode pedir ajuda da platéia.

    Então, uma nova votação definiu o problema a ser resolvido: resolveríamos o problema Roman Numbers em Java. Após alguns problemas com o Eclipse e a JRE recém-instalada, começamos os turnos.

    Definitivamente em baby-steps, começamos a implementação dos testes e do método conversor minimal para cada teste. Quando chegamos a 1:30 de palestras, foram passados cartões para que a platéia apontasse pontos positivos e negativos do Dojo e a retrospectiva completa e discutida deve estar em breve no site dojo.epistemol.net.

    Algumas perguntas particularmente relevantes surgiram, também:

    • Quantas pessoas no máximo participam de um Dojo?

      Tantas quantas forem possíveis mantendo o foco do grupo e o aprendizado. Quantos mais pessoas, menos o grupo, como um todo, aprende.

    • Como são escolhidos os problemas para o Dojo?

      Normalmente, pega-se problemas prontos como em ACM-UVA arbitrariamente, de acordo com o grupo.

    E também uma observação interessante:

    “Em vivência acadêmica, temos contato com a maratona de programação, onde o foco é resolver rapidamente e sem se preocupar com beleza de código. O Dojo vai exatamente pelo lado contrário, se preocupando com a beleza do código e os testes e não com o tempo gasto ou com a completude do problema.”

    Desculpe a citação não literal, mas acho que passei a idéia corretamente.

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