10 Oct

Somos máquinas?
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29 Sep

Continuando com nossa série sobre linguagens de programação, vou falar um pouco sobre um linguagem um tanto estranha, mas muito poderosa: Prolog. Ao contrário das outras linguagens já abordadas (vide acima), Prolog não é uma linguagem imperativa, na qual você “dá ordens” para o computador, mas sim uma linguagem declarativa, na qual você “diz” para o computador como é o problema que seu programa deve resolver.
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11 Aug
Uma pergunta bastante relevante que surge na cabeça de quase todos os programadores certa hora da vida é: por que existem tantas linguagens de programação? Outra bastante comum é: qual delas é melhor? Alguém poderia responder: existem tantas porque uma vem para corrigir as falhas das outras, e a melhor é a que tem menos falhas. Certo? Errado.
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16 Jul
Neste Google Tech Talk, o Dr. Ben Goertzel explica suas visões de como o ramo de Inteligência Artificial deve ser explorado para alcançar o tão sonhado objetivo de criar programas com uma capacidade de aprendizado verossímil a de um ser humano.
Ele explica que devemos criar um “bebê” artificial que irá aprender as coisas mais básicas até crescer em capacidade e então aprender coisas mais sofisticadas. Para isso é necessário um ambiente que simule de forma muito aproximada a nossa realidade para que o programa aprenda coisas parecidas com o nosso próprio aprendizado. Ele sugerio o uso de ambientes 3D avançados, como o Second Life.
Esse assunto tem se tornado cada vez mais polêmico com o passar dos anos envolvendo não só questões ciêntificas para analisar como deve ser feito esse processo, mas também questões éticas e religiosas (se podemos imitar o cerebro humano se tivermos um espírito). Particularmente, penso que o objetivo de gerar um ser tão inteligente quanto o ser humano está ciêntificamente impedido pela nossa própria incapacidade de conhecer como o conhecimento deve ser aglutinado para formar conhecimentos superiores.
Hoje os algoritmos de Aprendizado Computacional tentam criar programas que aprendam novas coisas mas não os permite ser criativos ou encontrar a melhor solução, como nós somos capazes. Segundo Ian Millington, em seu livro Artificial Intelligence for Games, além desta incapacidade temos ainda que na maioria das vezes não podemos impedir que um algoritmo de Aprendizado Computacional aprenda coisas erradas (o que segundo o autor inviabiliza a larga utilização do mesmo em jogos).
De qualquer forma, sendo possível ou não o desenvolvimento de uma inteligência artificial tão avançada, vale dar uma olhada no video do Dr. Ben Goertzel. Você pode obter mais informações em KurzweilAI.net e Novamente.net.
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