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FISL 9.0: Coding Dojo

A palestra, não exatamente num formato normal, começou com uma votação sobre a linguagem (Ruby, Phyton ou Java) seguido de uma breve explicação sobre o Dojo.

Dos objetivos do dojo, passando por princípios como uso de TDD (test driven development) e não deixar sobrar dúvidas e com uma breve explicação sobre os dois estilos de dojo: Kata e Randori. Utilizaram, então, o Randori:

dojo.epistemol.net
Turnos de 5 a 7 minutos em pair programming. Quando troca, o programador em si sai e alguém da plateia entra como “co-piloto”. A platéia deve ficar em silêncio enquantos os testes não estiverem passando e podem comentar e criticar o código quando os testes passam. Além disso, se a dupla de programadores estiver completamente perdida, pode pedir ajuda da platéia.

Então, uma nova votação definiu o problema a ser resolvido: resolveríamos o problema Roman Numbers em Java. Após alguns problemas com o Eclipse e a JRE recém-instalada, começamos os turnos.

Definitivamente em baby-steps, começamos a implementação dos testes e do método conversor minimal para cada teste. Quando chegamos a 1:30 de palestras, foram passados cartões para que a platéia apontasse pontos positivos e negativos do Dojo e a retrospectiva completa e discutida deve estar em breve no site dojo.epistemol.net.

Algumas perguntas particularmente relevantes surgiram, também:

  • Quantas pessoas no máximo participam de um Dojo?

    Tantas quantas forem possíveis mantendo o foco do grupo e o aprendizado. Quantos mais pessoas, menos o grupo, como um todo, aprende.

  • Como são escolhidos os problemas para o Dojo?

    Normalmente, pega-se problemas prontos como em ACM-UVA arbitrariamente, de acordo com o grupo.

E também uma observação interessante:

“Em vivência acadêmica, temos contato com a maratona de programação, onde o foco é resolver rapidamente e sem se preocupar com beleza de código. O Dojo vai exatamente pelo lado contrário, se preocupando com a beleza do código e os testes e não com o tempo gasto ou com a completude do problema.”

Desculpe a citação não literal, mas acho que passei a idéia corretamente.

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    Há muito tempo vejo propagandas de ferramentas de desenvolvimento de jogos que se propõem a serem super fáceis de usar, permitindo o desenvolvimento de um jogo simples em pouco tempo. Já experimentei uma ou outra, e nenhum é tão fácil assim de usar, fora que muitas são pagas. Mas, recentemente, descobri um arcabouço para desenvolvimento não só de jogos, mas de interfaces gráficas em geral, baseado em Smalltalk. Esse arcabouço, chamado Morphic, vem de graça com o Squeak, um ambiente open-source de desenvolvimento e interação em Smalltalk.

    (more…)

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    Encontrei um artigo muito bom sobre construção de interfaces com o Glade neste site. O autor ensina, passo-a-passo, como instalar e utilizar essa ferramenta tão poderosa, concluindo com exemplos em diversas linguagens. O artigo ainda está em construção, mas já está bem completo.

    Para quem não conhece, o Glade é um utilitário para desenvolvimento de interfaces utilizando a biblioteca GTK+. O papel do Glade é permitir ao programador projetar a interface de um programa visualmente, em vez de programá-la, o que pode ser tedioso e cansativo (exceto no Visual Basic e similares, em que tudo já está quase pronto nesse aspecto).

    Como o autor do artigo cita, a biblioteca GTK+ está disponível para muitas linguagens, e o arquivo com a descrição da sua interface, gerado pelo Glade, pode ser utilizado para carregá-la dinamicamente, ou seja, você pode mudar a hora que quiser a linguagem do seu programa que não precisará redesenhar a interface, o que torna o Glade muito versátil.

    Veja também o site oficial: http://glade.gnome.org/

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    Que curso eu faço?

    Dúvidas?

    Quem gosta de computação e pretende fazer um curso de graduação na área normalmente não sabe exatamente qual curso da área fazer. São muitas opções: ciência da computação, engenharia da computação, sistemas de informação, análise de sistemas… muitas opções mesmo!

    Pois bem. Andei pesquisando sobre a abrangência de cada curso e faço o seguinte resumo:

    • Engenharia da Computação: se você gosta de montar computadores, de mexer no hardware do seu computador, talvez esse seja o curso para você. Este curso oferece uma formação de engenheiro básico, com bastante conhecimento em física, e aplica esses conhecimentos em sistemas digitais. Também aprende-se um pouco de programação, já que o engenheiro precisa saber para que seu sistema será utilizado e escrever o programa de baixo nível que vai no hardware. Você provavelmente vai trabalhar desenvolvendo hardware e drivers para eles.
    • Ciência da Computação: este curso é para quem gosta de desenvolver software (programar)! Aqui você aprende desde programação de baixo nível até conceitos mais abstratos, os que envolvem o fator humano do desenvolvimento de programas, passando por sistemas operacionais, banco de dados e linguagens de programação. Você também vai ver bastante álgebra, cálculo e álgebra linear. Depois, vai trabalhar em empresas de desenvolvimento de software, como a Google, a Apple etc.
    • Sistemas de informação e análise de sistemas: estes dois cursos são, na verdade, o mesmo: análise de sistemas é o nome antigo do curso de sistemas de informação. Este curso é mais voltado à aplicação da computação no mercado. Aqui você vai ter noções de administração, gerenciamento de informação e desenvolvimento de software. Provavelmente irá trabalhar na área de informática de uma grande empresa, analisando e desenvolvendo soluções para os problemas de dados da empresa.

    Para tomar essa decisão, olhe com atenção as grades curriculares de cada curso. Essa grade também varia entre as faculdades, então olhe a grade das faculdades nas que você pretende fazer o curso. Dê uma olhada também nesses links:

    Principalmente no segundo, que tem um comparativo mais detalhado entre esses cursos.
    Veja a Wikipédia, também! Lá tem artigos para cada uma dessas áreas, com uma descrição bem precisa do que a cada uma se refere.

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