27 Feb
Uma coisa que me incomoda desde o fim do ensino médio é a faculdade. Tem piorado bastante conforme eu vejo que ela não acrescenta muito a minha vida.
Tenho certeza que tem muita gente pensando “Poxa, será que devo me matar de estudar para fazer uma faculdade? Ou devo tentar investir em mim e me preparar para o mercado?”.
O que eu acho? Que nenhum desses dois é o caminho.
Primeiro deve vir o amor ao que você faz. Não vai adiantar muito você ter uma faculdade em algo que você não gosta (vai ser um inferno aturar professores por 4 ou 5 anos) e não gostar do seu trabalho pode ser pior ainda (imagina aguentar um chefe azedo que também não gosta do trabalho).
Por isso acho que a primeira coisa que deve ser feita é encontrar o que você gosta de fazer, independente do que seja. O dinheiro (e fama e etc) é uma consequência natural de um trabalho bem feito, de alguém que está disposto a trocar horas de lazer e ócio por aperfeiçoamento.
Mas esse aperfeiçoamento, devo fazer para o mercado? Para a faculdade? De jeito nenhum. No fim, o que realmente é necessário é um bom equilibrio entre o conhecimento acadêmico e do mercado. Basta olhar a sua volta. No meu caso, conheço diversos professores universitários (vale lembrar que estudo na USP, que não deveria ser qualquer coisa) que não são capazes de escrever um sistema que fique no ar. Da mesma forma, conheço pessoas do mercado de trabalho que não são capazes de escolher uma estrutura de dados ou algorítmo que facilite o problema dele.
Você tem que estudar ambos os caminhos. Conhecer o que é realmente importante no mundo acadêmico (não precisa resolver um problema NP-completo em tempo polinomial) e conhecer muito bem a dinâmica do mercado de trabalho, novas tecnologias. E estar sempre estudando, porque nenhum desses dois mundos para. Se você parar, fica pra trás em ambos.
Mas ainda não respondi sobre fazer ou não uma faculdade. Quer isso seja bom ou não, o mundo olha pra você diferente se você faz uma faculdade. É idiota mas é verdade. Conheço profissionais que não terminaram a faculdade e são meus exemplos de profissional. São pessoas que sempre que posso, quero estar trabalhando junto. Também não posso esquecer que meu primeiro contato com a Caelum foi atravéz da USP. Então, por mais que desgoste da faculdade, tenho que reconhecer que ela me trouxe coisas boas (sem contar que a base teórica que recebi nos primeiros 3 semestres me ajudam muito até hoje. Depois disso boa parte pode ser jogada no lixo)
Como tudo em computação, você vai ter que pesar as vantagens e desvantagens e decidir se vale a pena fazer ou não. Mas mantenha sempre em mente que por qualquer dos caminhos da pra ir bem longe, basta que você complemente por você mesmo o que falta em um deles.
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16 Responses for "Por que (não) fazer faculdade de computação"
Por isso fiz faculdade de 2 anos. Ajuda a abrir as portas, te dá os benefícios do nível superior, mas é muito mais rápido e menos torturante. No meu curso em específico, ainda tive aulas de design e administração além de desenvolvimento. Sem contar que esses cursos de 2 anos (Tecnólogos) são mais voltados ao mercado de trabalhado, o que pode ser uma boa opção para além de garantir o seu diploma ainda conhecer o básico do que o mercado anda exigindo. Mas, como nada é perfeito, obviamente a parte “acadêmica” da coisa é muito inferior aos bacharelados.
Este é um tema interessante, muito dificil não parecer arrogante ao expressar opiniões.
Quando fiz faculdade, eu já trabalhava na area, e dos quatro anos que estudei, falo com certeza, que somando tudo menos o “bla bla bla”, aproveitei um ano na verdade.
Um grande problema que vejo hoje é que há muito ruido durante o ensino, e o foco perde-se muito fácil. Existem ótimos professores, mas a maioria é muito ruim e desatualizada, ou seja, forma-se um batalhão de zumbis que por exemplo, acreditam que o waterfall é o único método correto de desenvolvimento.
Talvez seja porque a Faculdade tornou-se numa “fabrica de diploma”, onde o importante é o aluno pagar as 48 prestações para poder mostrar o seu diploma ao mercado.
Sucesso!
Concordo com todos vocês (texto e comentários).
Minhas experiências de mercado são apenas estágios (e mais estágios).
Terminei um curso específico em Analise de Sistemas (em uma universidade privada). Abriu as portas e foi bem proveitoso para mim que tinha poucos conhecimentos na area.
Mas não achei o suficiente. Hoje estou indo para o 5º período de Ciência da Computação (em uma universidade publica).
O comentário do Roger Leite, representa bem o estado. Mas quem faz o curso para o aluno é o próprio Aluno - alguns professores percebem o esforço e colaboram como podem. Correria e muitas noites sem dormir… Tem que realmente gostar de tudo.
O curso especifico me deu a visão do que o mercado busca (não completamente. Os estágios são bem importantes nesse papel).
O bacharelado atende a minha necessidade da pesquisa/extensão que julgo muito importante e que não há nas universidade privadas (que conheço).
A busca pelo equilíbrio é fundamental em tudo. Fazer uma faculdade é importante, mas não é mais importante do que ser bom e se sentir bem, naquilo que se proponha a fazer. É o que chamo de Sucesso ;)
Faculdade é pra abrir portas, dar força no seu currículo e estimular a aprender, e não para ensinar as coisas. Engana-se quem acha que vai aprender tudo na faculdade, por isso acredito que gera um certo desânimo nos mais afoitos.
Lembre-se que quem não tem diploma pode até conseguir um bom emprego de programador, pode ganhar relativamente bem, mas vai morrer programador.
Sobre professores que não sabem manter sistemas, veja o caso dos milionários da computação. Um dia eles tiveram que ralar e fazer tudo na mão, mas depois de todo o esforço só precisam gerenciar multidões para fazer grana. O mesmo acontece com professores, pra que precisam programar se tem os alunos que fazem isso por eles?
Existe uma coisa que se chama gestão do negócio. É isso que dá grana, é isso que empurra sua carreira. Mas claro, tem que começar de baixo. Um bom programador pode virar um bom gestor, mas se ficar com a mente pequena achado que o gostoso mesmo é fazer tudo na mão, vai envelhecer escovando bits.
E você, o que quer para sua vida? Ser um programador eterno, sofrer na linha de código? Ou então gerenciar outros programadores e atingir uma posição superior?
Não sei quanto ao resto, mas eu me espelho nos gestores e não nos programadores.
Olá Hugo,
discordo um pouco das suas idéias. Qual o problema de morrer como programador (na verdade, pretendo programar até que eu não consiga mais usar um teclado)?
Embora gestão dê mais dinheiro (isso também é questionavel. Nem todo gestor ganha mais do que todos programadores) eu simplesmente acho insuportável essa função. Se eu me tornar um gestor, vou acabar virando um velho ranzinza, porque não gosto da função.
E eu realmente não sofro na linha de código. Trabalho como desenvolvedor e em casa trabalho em outros 7 ou 8 projetos opensource. Não tenho nenhuma outra razão pra fazer isso do que puro e simples prazer de viver dessa forma.
E por que um gestor é uma posição superior que um programador?
Obrigado pelos comentários!
Excelente conteúdo, tanto da matéria como dos comentários. Concordo que curso superior não significa muito dependendo do seu objetivo.
Se o indivíduo quer ser um “escovador de bits”, não há motivo para se fazer um curso superior, a não ser para aprender o que ele já sabe e poder se gabar do diploma que “ganhou”. Fiz Análise de Sistemas por 4 meses e os melhores programadores eu encontrei lá. E não eram os professores, que aliás eram horríveis e sem didática.
Isso é a causa de grande parte da desistência em massa de alunos de cursos de 2 é a falta de didática de professores que resolveram ser “gestores de tempo”. Tencionam passar o que conhecem mas acabam atrapalhando quem realmente quer aprender. Lembrando que você entra na faculdade para aprender.
Sou formado em Pedagogia, mas nem por isso o mercado olha meu currículo com bons olhos devido ao que a faculdade ou algum curso específico vai lhe proporcionar: Experiência.
Ai entra o trabalho de pessoas como o Jonas Abreu, que ajuda em desenvolvimento de software opensource. Experiência melhor que esta não tem melhor.
Abraços
O meu sentimento a respeito de tudo isso é que na verdade o curso de “Ciências da Computação” tá com objetivos trocados, e acaba gerando isso que você falou.
O foco do curso de CC não é o mercado como temos aqui no Brasil, onde os sistemas em sua larga maioria não passam de: pegar algumas informações no banco, faz um processamento básico com if/for/while, e grava no banco novamente.
CC, como o nome diz, deveria formar cientistas, que trabalham na evolução da computação, e não em empresas que fazem sistemas para banco por exemplo.
Pra trabalhar no mercado brasileiro hoje, como ele é, realmente faculdade é totalmente dispensável. Um curso técnico que envolva lógica, introdução a algoritmos, um pouco de engenharia de software e alguma linguagem de programação é mais do que suficiente. Ou até melhor, pegar e fazer 4 cursos da Caelum(algoritmos, java básico, java para web e scrum) deixaria o cara melhor do que se fizesse um curso de 4 anos na grande maioria das faculdades por aí…..
Enquanto não perceberem isso, vai continuar tendo uma legião de frustrados com o curso de CC….
Eu acho que quem faz CC e depois vai trabalhar na Microsoft com desenvolvimento algoritmico pesado, com desenvolvimento do Linux, com pesquisa de algoritmos etc dá bastante valor pro curso, e acredito que eles não pensem que o curso não valha a pena. Eu espero que comigo possa acontecer o mesmo :-)
Abraços Pessoal do VidaGeek
Estudei em uma modesta universidade particular (UMC) e tive ótimos professores com também tive outros muito ruins. Quando entrei no curso de ciência da computação, só sabia jogar paciência e freecell, sabia pouco(nada pra falar a verdade) do que era “programar”, então no meu caso era tudo novidade, na primeira aula de lógica de programação me deu até um certo desespero, cheguei até a pensar em “que diabos estou fazendo aqui nesse curso?”.
O curso foi muito bom para abrir essa porta, sem a faculdade hoje acredito que ou estaria na roça plantando alface ainda ou estaria no japão enfrentando essa crise.
Excelente post. Abraços.
Esse é um tema que necessita muito cuidado.
Não se pode dizer que faculdade é tudo, nem cair na bobagem que o Lula diz as vezes de “não fiz faculdade e sou presidente”, se vangloriando.
Primeiro que existem faculdades e faculdades. Estudei em uma Federal e adorei meu curso. Realmente havia professores que você notava serem dinossauros que estão lá só devido a burocracia(só saem quando querem se aposentar).
Mas conheci excelentes professores e colegas geniais, aprendi muito com os dois grupos. É um mundo diferente, que dificilmente se consegue só no mercado, que não dá espaço e tempo para experimentar puramente por curiosidade.
Sendo autodidata é possível aprender praticamente de tudo. O caso é que praticamente ninguém estuda sozinho a base teórica de computação. A pressa de retorno pelo investimento (no estudo) faz com que se queime etapas.
Não entendam errado, valorizo quem é autodidata. Aliás, esse é um comportamento que todos devem ter, para continuar se atualizando sempre.
Eu atualmente sou programador e faco o curso numa faculdade particular(unibh), como em todas outras faculdades temos otimos professores e alguns que as aulas chegam a revoltar, mais o ponto em que eu quero chegar e que em um curso de computacão não vemos apenas informatica, vemos tambem administracao, experiencias do mercado, interagimos com as outras pessoas com uma maior frequencia (alunos e professores), aprendemos a trabalhar melhor em grupos assim sendo se for levado de uma maneira correta(por alunos e professores) pode sim se transformar em uma especie de laboratorio para a evolucão de profissionais da TI.
Entre outras coisas e acredito que para ser um profissional completo não adianta ser apenas um code monkey, tem de entender de tudo relacionado ao que ele esta desenvolvendo no momento podendo assim gerar um produto final de melhor qualidade.
Otimo post e os comentarios sem sombra de duvidas incrementam ainda mais toda a ideia.
@Luiz Hespanha,
não sei se concordo. Embora acredite que dê pra dispensar a faculdade se seu objetivo é ir para o mercado de trabalho, não sei se um curso técnico é o suficiente. Fiz processamento de dados em uma ETE (SCS) e na boa, aquilo sim foi uma perda quase total de tempo. Na época eu não conseguia ver isso e achava o curso o máximo, mas hoje eu olho e vejo que ele deu base apenas para fazer cruds.
Não considero alguém capaz apenas (por favor, notem a imensa ênfase em APENAS) de escrever cruds como um programador (sem ofensas à quem ainda está começando, mas programação é absurdamente mais do que isso).
Também tenho um pouco de problemas com o que seria um algoritmo pesado. Em consultoria já enfrentei um problema que se resolvia com um emparelhamento de grafos. Fico imaginando se um programador que tenha um conhecimento acadêmico menor teria visto o emparelhamento ali. Acho que não e ele colocaria a culpa na linguagem ou algo assim (com o emparelhamento, o algoritmo caiu de O(n^2) para O(n)). Também já vi casos em que uma ordenação feita de forma inteligente resolvia o problema (coisa que a gente aprende quando participa de competições de programação, como a Maratona).
Quanto à ir para uma Microsoft da vida, bom, dependendo de em que parte do desenvolvimento você for trabalhar, pode acabar passando muita parte do seu tempo dando manutenção em sistema antigo e escrevendo documentação besta.
@Weber Jr.
Concordo plenamente sobre ser autodidata. Na verdade me arrisco a ser até um pouco mais agressivo. Um programador precisa ser autoditata. Não em todos os momentos, mas em uma boa parte. Quero aprender Erlang e se não me virar pra aprender, não vou achar alguém pra me ensinar. Desenvolvimento para celulares como iPhone também está sendo na raça.
@Alexandre Planta
O perfil de curso que você deu parece estar mais próximo dos de Sistemas de Informação (embora eu tenha dado uma olhada na grade do CC da UNIBH e o nome dele seja Ciência da Computação).
Acho que o perfil de um Bacharelado em Ciência da Computação vai ser muito mais teórico e técnico (não sei qual seria a definição do MEC, mas vejo pelos BCC das universidades publicas, que são muito mais - mas muito mesmo - técnicos do que sobre administração e mercado). Acho que a função do curso que o Luiz Hespanha colocou nos comentários bate mais com a minha. Mesmo valendo lembrar que ainda não sei se o curso deveria formar apenas pesquisadores.
Obrigado pelos comentários!
Esta discussão é muito antiga e eu mesmo já passei por este dilema. Comecei a programar microprocessadores 8085 e Z80 aos 16 anos no curso técnico e aos 18 anos já trabalhava na area e conhecia C , basic , Cobol, clipper , fortran , assembler , era um poço de arrogância e achava que a faculdade que fazia na epoca não servia para nada , so me fazia perder tempo. Os professores eram chatos e os laboratorios tinham maquinas lerdas. Bem, apos muito custo acabei o curso e anos depois conclui que a graduação me abriu os olhos para os conceitos básicos da profissão, conceitos que você nao aprende se for direto “fazer programas”. Os fundamentos servem como alicerces para novas pesquisas e extrapolações , busca de soluçoes melhores, sem eles voce é apenas o programador-maquina-de-expelir-codigo , criador-de-cadastros e acaba construindo predios/sistemas com fundações de areia. Devemos estudar sim , fazer graduaçao , pos-graduação , mestrado , conhecer MPS-BR , CMMI , ITIL , CObit, frameworks , o scambau ao cubo e não perder o foco no cliente.
Com isto vamos fazer software de qualidade cada vez maior , obter o respeito das organizaçoes onde trabalhamos, parar de bater palmas para os hindus e começar a fazer igual a eles . Lá todo mundo da area de TI estuda,estuda muito e principalmente por isso e não só pelos preços baixos, que a India está conquistando o mercado mundial de software.
Antes de entrar na discurssao emito este texto: Nas universidades brasileiras o professor induz o aluno a ñ estudar antes de a aula ser ministrada. O professor quer q o aluno seja um mero expectador de suas aulas e ñ um aprendiz inteligente. A razão é o pouco domínio da disciplina e preguiça do professor universitário de pesquisar p se aprofundar nas discussões. O conceito de aula tem q ser entendido como o momento do aluno aprender e não copiar o que não entende p aprender depois. Os professores universitários brasileiros sacaneiam seus alunos na medida em q ensinam para o aluno mais de uma disciplina em muitas universidades fazendo registros no quadro q não sabem explicar, pois aula é apenas seu ganha-pão mesmo q ele seja incapaz de fazer aqle trabalho com o mínimo de eficiência. Nessas aulas não passam o conteúdo de forma inteligente tornando a educação universitária uma piada. O aluno precisa ser informado do conteúdo da aula seguinte e deve se aprofundar consultando vários livros antes da aula ser ministrada, mas o professor não entende o conceito de aula. Os professores brincam com o país de todas as formas e não preparam nossos jovens com ética e respeito, mas se ele é um homem e a aluna é uma mulher, o professor privilegia de todas as formas a moçinha em troca de sexo ou de uma esposa mais nova.
No ensino médio e fundamental a partir da oitava série, o procedimento deve ser o mesmo de informar o que vai ensinar e não essas ridículas aulas decoradas dadas por todo país. A educação de uma nação deve ser ensinada por professores altamente qualificados e não os atuais professores brasileiros, meros repetidores de textos de livros mal escolhidos com explicações ultrapassadas o professor se diz um desestimulado pelos baixos salários num país onde quase toda população ganha salário mínimo e ele mesmo não faz nada por uma universidade melhor. Esse professor ainda esquece ou negligencia suas outras atribuições acadêmicas de pesquisa e extensão e precisamos diante de tanta incompetência de um comandante que resgate a dignidade e o respeito por um país melhor. Estão todos preocupados com sua felicidade num mundo particular, mas numa nação inteligente a tônica deve ser também a coletividade e as ações que gerem felicidade global, fazendo dessa forma o país prosperar com sua gente radiante de satisfação pela sabedoria dos seus regentes.
Agora focalizando o assunto concordo, quando alguns dizem que o que faz uma pessoa crescer possa onde estiver faculdade ou curso tecnico é o objetivo de dedcação e o gosto pelo que faz. Pois ninguem hoje em dia cresce sem fazer esforços, nada se encontra de “mão beijada” ,, Digo, isto,por eu estar cursando na faculdade, no qual, muitos professores não esta nem ai pros alunos. Por isso emite o texto acima, Muitos professores não tem didaticas e isso nos prejudica!!!
Olá Jefferson,
achei bem interessante o texto. Você podeira citar o autor dele? (Se for seu, desculpe pela pergunta, mas não ficou muito claro :) )
Não;; o comentario sobre os professores é de um professor meu. Dizendo ele que sera o futuro presidente..rsrs Mais ele é muito inteligente. Visite o orkut dele e caso queira discutir alguns temas, principalmente esse seria otimo.
Dica ele é muito radical!!rsrs
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=tr&uid=16616972562589724135
Pra ser curto e grosso e expressar minha opinião:
Faculdade particular = explorar dinheiro…apenas isso….deveria ser crime cobrar para aprender.
E computação é ótimo sim, pelo sequinte: vocês so pensam no mercado, mas e cientistas? estudiosos? o mundo não é apenas mercado de trabalho…..tem aqueles que ficam no backgraund..
E a teoria que computação da é ótima…
Fica a sua escolha….Mercado de trabalho? entao computaçao vai te mata pra poco….
é o que axo..
falow
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